Jumper: Griffin's Story

O jogo é em terceira pessoa, e aproveita a o poder de teletransporte do protagonista para criar um sistema de combate tático envolvente e repleto de combos que prometem intensificar a jogabilidade e oferecer maior variedade de golpes.

Star Wars Battlefront: 2

Star Wars: Battlefront 2 é um jogo de ação e tiro que alterna perspectivas em primeira e terceira pessoa. Baseado na famosa série de George Lucas, o título apresenta mais de quinze localidades dos filmes.

Shadow of the Colossus

"Shadow of the Colossus é magnífico! Possivelmente, a nova Odisséia ou Ilíada dos tempos modernos." - Baixaki Jogos
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Medal of Honor: Vanguard




Medal of Honor está de regresso à PlayStation 2, naquilo que é provavelmente o último jogo da série para a 128 bits da Sony. Em Vanguard, a série regressa quase às origens com a mesma fórmula de sempre. Como já todos devem saber, Medal of Honor é um FPS ambientado na Segunda Grande Guerra. Ao contrário dos últimos títulos que tentam a todo custo inovar através da utilização de novos aspectos, que por vezes tornam o jogo menos real, Vanguard resume-se então ao básico.

Como é habitual em jogos do género, temos à nossa disposição duas armas e uma granada, sendo que todos os movimentos tradicionais como saltar, agachar, deitar estão presentes. Em Vanguard, a acção assume contornos tácticos, sendo que não basta andarmos a correr e disparar a torto e a direito a ver quem matamos, ou seja, para avançarmos no jogo o melhor remédio é mesmo encontrar algo que nos proteja das balas inimigas e tentar abater os adversários dessa posição, e depois sim, avançar. Fiquem também a saber, que agora deixaram de existir barras de energia, sendo que o ecrã vai ficando vermelho à medida que somos atingidos. Para recuperarmos, basta arranjar um abrigo durante uns momentos.

A nível de jogabilidade, tudo se mantém como nos habituais jogos de FPS para a PlayStation 2. Desta forma, através do uso dos analógicos, um irá proporcionar o deslocamento da personagem e já outro da câmara. E já agora, fiquem desde já saber que o nome Vanguard está relacionado com a 82ª Divisão Aerotransportadora, a primeira a fazer invasões com pára-quedas. No entanto, o jogo não aposta muito no pára-quedas, deixando isso para o futuro título da série Medal of Honor, Airbone.

No que toca ao enredo, somos presenteados durante o jogo com diferentes tipos de missões, que mais uma vez são muita conhecidas neste tipo de jogos. Falamos pois, de missões como resgatar prisioneiros, proteger colegas, procurar documentos ou utilização artilharia da pesada para destruir bases inimigas. Se a nossa missão for correctamente desempenhada, somos presenteados com medalhas. No entanto, a dificuldade vai aumentando constantemente o que nos vai dificultar a tarefa.

No geral os ambientes estão bem representados, sendo que Vanguard apresenta algumas texturas indefinidas e modelos um pouco grosseiros, ou seja, apesar de se perceber que se trata de um ambiente de guerra e de se tratar de uma consola com muitos anos de vida, Medal of Honor: Vanguard não leva ao limite a PlayStation 2. Já no que toca as animações das personagens, estão satisfatórias.

A nível sonoro, Vanguard tráz o som tradicional da série. A música dos menus é do mesmo estilo de sempre e durante o jogo, excepto no momento dos vídeos que é acompanhado por música de fundo, tudo se baseia em explosões, tiros, falas companheiros, que por sinal estão bem enquadradas. Ou seja, nada de realmente inovador, no entanto não significa que esteja mau, muito pelo contrário, pois o ambiente sonoro está muito bem conseguido.

Já no que toca ao multiplayer, falta algo que provavelmente aumentaria de forma considerável a longevidade do título, falamos pois, do modo online. Com a ausência deste modo, em multiplayer apenas temos a opção de até quatro jogadores em ecrã dividido. É de facto uma falha importante, visto que a longevidade em single player do título pode ser considerada curta.

Em jeito de conclusão, Medal of Honor: Vanguard opta por um regresso às origens da saga, deixando para trás as modernices presentes nos capítulos mais recentes da série. Se gostam da saga, este poderá ser um bom título, no entanto se apenas pretendem um bom jogo de Guerra, há ainda que considerar outras opções como Call of Duty ou Brothers in Arms.

EuroGamer




Call of Duty: World at War




Como sempre, a Activision tenta atingir a maior quantidade de plataformas com uma das séries de tiro em primeira pessoa (FPS) mais famosas de todos os tempos: Call of Duty. A versão World at War realmente despontou com esplendor em outras plataformas, embora muitos achassem que Modern Warfare ainda supera a guerra exibida em WaW.

E bem, há sempre o dilema de jogar FPS em consoles, tendo em vista que o computador possui controles muito mais práticos para tal gênero. Enfim, WaW apareceu no PlayStation 2 na forma de Final Fronts, um resultado levemente interessante criado pela equipe de desenvolvedores da Rebellion. Ao contrário da Treyarch (responsável pelo desenvolvimento de WaW em outras plataformas), a Rebellion não causou um impacto forte.

A capacidade técnica do PS2 não colabora com o resto

Realmente, o retorno à Segunda Guerra Mundial não brilha tanto no PS2. Apesar da ambientação bastante convincente e de outros aspectos técnicos razoáveis, muitos usuários do console mais vendido da Sony (até quando esta análise foi escrita) podem avaliar Final Fronts como uma perda de tempo e dinheiro devido às fortes limitações que o título possui.

Surpresa! Apenas um modo de jogo

Para começar, uma das maiores limitações de Final Fronts é, sem dúvida, a falta de modos de jogo diferenciados. O jogador pode se divertir com o game através das seguintes maneiras: campanha principal e... Campanha principal. O menu de opções, perto do menu principal do jogo, é intensamente mais amplo e mais completo. Uma pena.

Escolhendo um dos tradicionais quatro níveis de dificuldade do game (Easy, Regular, Hardened ou Veteran), o jogador parte diretamente para a guerra. Os níveis, aliás, constituem um dos pontos fortes de Final Fronts: a emoção. Mesmo com os obstáculos técnicos proporcionados pelo hardware mediano do PS2 e mesmo com as demais limitações do jogo, é bastante desafiador (mais para os iniciantes) e divertido eliminar soldados inimigos.

Campanha: única forma de diversão É claro que, para os gamers experientes, deve-se constatar que a campanha deve ser obrigatoriamente experimentada nos níveis Hardened ou Veteran. Observando que o lança-chamas (arma adquirida logo no começo dos tiroteios) possui combustível infinito e só pára de funcionar quando esquenta demais, não fica muito difícil eliminar os adversários.

Para quem experimentou (mesmo que por um breve período de tempo) as demais versões de World at War, fica fácil constatar que Final Fronts possui algumas modificações no desenrolar dos eventos e das batalhas. Apesar das mudanças, a apresentação, os diálogos e a ambientação como um todo estão plenamente satisfatórias.

E, apesar dos pesares, é Call of Duty. O clima intenso de guerra envolve o jogador a todo o tempo e os elementos-base da série (tais como plantar bombas para explodir canhões AA e utilizar metralhadoras fixas para eliminar hordas de soldados inimigos) continuam firmes e fortes.

Para muitos, uma combinação demasiadamente familiar

A Activision arriscou bastante com o retorno de cenários da Segunda Guerra Mundial. E, no caso de Final Fronts, isso está ainda mais maçante, devido aos controles extremamente simples que o título apresenta. Há realmente poucas inovações na jogabilidade e no desenrolar dos acontecimentos. Portanto, vários críticos e jogadores afirmam que esta versão de WaW não apresenta nada de intrigante.

O lança-chamas é até sem graça Apesar da pressa apresentada pela Rebellion em exibir os aspectos "novos" de WaW — como o próprio lança-chamas — e do retorno da Segunda Guerra Mundial, o jogo pode satisfazer tranqüilamente aqueles que nunca experimentaram um título do gênero. Os avisos e tutoriais presentes são fundamentais para que os iniciantes adquiram as habilidades básicas dentro de um campo de batalha.

Dessa forma, a jogabilidade foi imediatamente afetada. Final Fronts dá a impressão de ser um jogo "água-com-açúcar" nesse aspecto, pois respeita tudo o que há de importante na franquia (comandos interessantes e animações envolvendo trincheiras, explosões, armas e tiroteios), mas não acrescenta nada de inovador. Jogabilidade prática? Talvez até demais.

Alguns probleminhas

A inteligência artificial de Final Fronts não é aquilo que a maioria dos usuários do PS2 esperava. Muitas vezes, os companheiros de equipe do jogador agem de forma estranha e inesperada, obstruindo a linha de tiro ou deixando o gamer completamente sem cobertura. Sim, pelo menos os soldados são sólidos (nem o jogador e nem as balas atiradas atravessam seus corpos), mas isso pode atrapalhar muito na execução de tiros que demandam maior precisão.

Levando em consideração que este é o quinto título da série, muitos fãs podem facilmente se desapontar com o rápido desenrolar da campanha. Com o método de "recuperação completa de balas recebidas" através de uma curta espera em um local seguro, aspecto tradicional de Call of Duty, não é tão difícil superar a campanha. E, tendo em vista que há apenas um modo de jogo, isso realmente não é muito atraente.

Há também certos problemas quando ao desempenho dos soldados em meio aos tiroteios. A granada, por exemplo, explode de forma muito mais rápida em comparação com outros FPS, fazendo com que o gamer se impressione ao ver explosões no ar ou em lugares muito mais pertos que o esperado. Pelo menos há um mostrador de tempo de explosão na tela para facilitar o arremesso.

A IA não é plenamente satisfatória

Além disso, o alto nível de detalhe nos ambientes (mesmo com certas texturas decepcionantes) causa irritantes (porém bem curtos) travamentos com a chegada nos famosos e freqüentes "checkpoints" que o game oferece. O som e a trilha sonora também não escapam desse infortúnio, apresentando pausas inesperadas no momento em que mais cenários são carregados.

A taxa de quadros por segundo — chamada comumente de "framerate" ou "frame rate" — cai drasticamente quando ocorre muita ação na tela. Sejam aviões bombardeando os terrenos próximos ou tiroteios frenéticos causados por muitos soldados em movimento, é visualmente perceptível a dificuldade que o PS2 tem em reproduzir a obra da Rebellion.

Apesar dos pesares, tecnicamente interessante

O Baixaki Jogos acredita que sim, a Rebellion e o PS2 poderiam fazer melhor, mas, ainda assim, Final Fronts apresenta uma qualidade gráfica razoável e uma boa ambientação sonora. De quando em quando, é possível observar uma textura pobre ou simples demais, mas há uma quantidade extremamente satisfatória de detalhes na tela.

É claro que, para os jogadores críticos de plantão, o título não possui absolutamente nada de excepcional nos visuais em comparação com Rogue Trooper, por exemplo, que é uma boa produção da Rebellion. Porém, de qualquer maneira, não se pode negar que tanto os visuais quanto os sons formam uma atmosfera aceitável de Segunda Guerra Mundial, principalmente em ambientes abertos.

Simples e insosso

O som, de modo geral, é razoável, mas o que realmente se destaca é a trilha sonora de Final Fronts. As músicas obscurecem quaisquer falhas apresentadas pelos demais recursos sonoros do game. O fogo e as explosões, visualmente, não são grande coisa, mas pelo menos são acompanhadas por barulhos interessantes de destruição.

Como um todo, Call of Duty: World at War Final Fronts não é ruim, mas a falta de um modo multiplayer ou de pelo menos um modo cooperativo carimba de vez o fato de que o game é ligeiramente insosso. O jogo, portanto, realmente vale a pena apenas para quem nunca experimentou um FPS no PlayStation 2.

Baixaki Jogos