Jumper: Griffin's Story

O jogo é em terceira pessoa, e aproveita a o poder de teletransporte do protagonista para criar um sistema de combate tático envolvente e repleto de combos que prometem intensificar a jogabilidade e oferecer maior variedade de golpes.

Star Wars Battlefront: 2

Star Wars: Battlefront 2 é um jogo de ação e tiro que alterna perspectivas em primeira e terceira pessoa. Baseado na famosa série de George Lucas, o título apresenta mais de quinze localidades dos filmes.

Shadow of the Colossus

"Shadow of the Colossus é magnífico! Possivelmente, a nova Odisséia ou Ilíada dos tempos modernos." - Baixaki Jogos
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Dungeon Maker II: The Hidden War



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Syphon Filter: Logan's Shadow



Tamanho: 633MB
Idioma: Inglês
Formato: CSO

Parte Única

Chili Con Carnage


Baseado em "Total Overdose", "Chili Con Carnage" se ambienta nos calientes desertos mexicanos e esconderijos em florestas, até o pior do submundo da costa da Califórnia, misturando ação, perseguições, tiroteios, lutas e garotas... tudo banhado a muita tequila.


Servidor: Megaupload

Parte 1
Parte 2




Dynasty Warriors: Strike Force

SWAT: Target Liberty


Swat Target Liberty é um jogo de ação tática oriundo das intervenções precisas da polícia especial estatadunidense, SWAT. Trata-se da primeira aparição de um jogo com essa inspiração para o portátil da Sony, alimentando a biblioteca do PSP com um jogo rápido, cheio de ação e que faz uso econômico dos comandos dessa plataforma.

A jogabilidade é marcada pela velocidade e pelos tiros constantes, uma característica um pouco distinta do que habitualmente esperamos de um jogo tático. A mecânica consite em escolher uma arma e apertar um dos 4 botões principais do PSP para se escolher qual inimigo será vítima da ação do jogador. Pode-se atordoá-lo, matá-lo, dar ordem para que ele se renda e algemá-lo dependendo do que o jogador está usando — uma arma de fogo, por exemplo, implica em disparos letais.

Graficamente, o jogo usa a perspectiva em terceira pessoa isométrica, tal como Killzone Liberation, o que parece ser o modo mais adequado para o controle do grupo de soldados que jogador tem ao seu controle. Aliás, vale dizer que somente um deles é possível de ser controlado enquanto os outros se limitam a repetir os movimentos do líder. Em contrapartida a isso, quando se escolhe um rifle de precisão, a cena muda para a perspectiva em primeira pessoa. Quanto aos mapas, estes mudam aleatoriamente ao início de cada partida, seja no modo single-player ou multiplayer.


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80 Temas para PSP


Pacotão com 80 temas para você personalisar o seu psp.


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The Fast and The Furious: Tokyo Drift



Servidor: Mediafire
Idioma: Inglês

Parte 1 - Parte 2
Parte 3 - Parte 4





Manhunt 2

Silent Hill: Origins

God of War: Chain of Olympus


God of War: Chains of Olympus é o terceiro jogo da série — o primeiro no PSP — de ação em terceira pessoa que fez imenso sucesso no Playstation 2. Apesar de contar com um enredo inédito, o título possui a mesma fórmula que fez grande sucesso em seus antecessores, focando o jogo nos combates em massa e resolução de quebra-cabeças.

Você joga novamente na pele de Kratos, o fantasma espartano que sofre com terríveis pesadelos devido a um fato tenebroso de seu passado. A história do game se passa antes dos eventos do primeiro God of War, com o protagonista lutando a favor dos deuses, buscando se livrar dos pesadelos que o torturam.

Servidor: Rapidshare

Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4 - Parte 5 - Parte 6 - Parte 7
Parte 8 - Parte 9 - Parte 10 - Parte 11 - Parte 12 - Parte 13

Senha para descompactar: www.chilewarez.org/had-z

O fantasma espartano assombra seus fãs no melhor jogo que o PSP já viu.



Há cerca de três anos, um espartano cativava os donos do Playstation 2 naquele que é considerado o melhor jogo para o console da Sony. Dentre tantos títulos fascinantes publicados para um dos videogames de maior sucesso da história, God of War era único em seu gênero, pois contava com uma perfeita combinação entre combate e quebra-cabeças, bem como jogabilidade sem precedentes, gráficos exuberantes e uma trilha sonora capaz de deixar no chinelo muitos filmes épicos.

Essa breve descrição deixa os fãs da serie cheios de nostalgia, ao mesmo tempo que esclarece aos que nunca tiveram contato com a saga de Kratos - o protagonista do título - o motivo de todo o sucesso dessa franquia que até pouco tempo contava com apenas dois jogos lançados: God of War e God of War 2, ambos para o PS2. Ambos são games completos que apresentaram inovações significantes e importantíssimas para o mercado de games. Títulos com a qualidade e o impacto de God of War são raros, e possuem um empecilho no que diz respeito a seqüências.

O empecilho referido é que quando os desenvolvedores são incumbidos da tarefa de lançar uma seqüência de um jogo tão inovador, esbarram no fato de que já inovaram tanto quanto era possível para a plataforma em questão, o que representa um entrave no quesito novidades. Porém, os produtores de God of War e God of War 2 souberam manter todas as qualidades do primeiro jogo, bem como adicionar conteúdo e história novos de forma a manter os fãs da série vidrados nas aventuras do anti-herói Kratos.

Mais do mesmo, graças a Zeus

God of War: Chains of Olympus, não apresenta grandes novidades na jogabilidade, exceto sua adequação para os controles do PSP, que não possui o analógico direito, nem mesmo os botões traseiros L2 e R2, todos utilizados nas versões do PS2. Entretanto, inovar na jogabilidade de um título que se tornou um clássico para a geração passada de consoles não seria um passo muito confortável, tanto para os produtores quanto para os fãs do guerreiro espartano.

Logo, a presença já consagrada das Blades of Chaos (que no segundo jogo da série foram chamadas Blades of Athenas), já era esperada. Tais armas são as principais aliadas de Kratos na luta para se livrar dos pesadelos que, neste titulo, ainda perseguem o guerreiro. Se você já jogou ambos os títulos antecessores, não pense que em God of War: Chains of Olympus conhecerá os acontecimentos posteriores às aventuras do herói grego.

Novas armas e magias

Além das Blades of Chaos, Chains of Olympus apresenta ao jogador uma nova arma: a Gauntlet of Zeus, cuja livre tradução seria "luvas de Zeus". A arma aparecerá para Kratos somente no final do jogo, mas os jogadores irão deseja evoluí-la o mais rápido possível ao descobrirem sua utilidade nos combates.

Para auxiliar o jogador, existem também certas magias obtidas por Kratos. São elas: o Efreet, uma espécie de demônio de fogo que Kratos é capaz de invocar após derrotar um adversário persa que possui essa arte.

Já a Light of Dawn é um feitiço que emite uma espécie de bola de fogo que atinge adversários distantes. Porém essa magia não será de grande uso no jogo, portanto gastar pontos de experiência evoluindo ela não é uma tática muito inteligente.

Charon’s Wrath é a última magia que você receberá em God of War: Chains of Olympus. Ela emite uma nuvem de parasitas nos adversários, sendo que no caso de personagens pequenos, eles serão paralisados. Outro ponto positivo da Charon’s Wrath é que ela aumenta seu combo rapidamente, permitindo que você batalhe com mais de um adversário ao mesmo tempo. No caso de ciclopes e outros personagens maiores, a magia não irá paralisá-los, porém ainda assim ela poderá manter o combo ativo mesmo quando você precise fugir deles.

Uma batalha contra seus próprios pesadelos

Toda a aventura vivida por Kratos nos outros títulos da franquia tem seus fundamentos nos pesadelos que passam a perseguir o personagem apos sua morte. Nesses sonhos horrendos, Kratos revive incessantemente o momento em que matou, acidentalmente, sua esposa e seu filho.

O titulo do PSP pode ser chamado de prequel, termo empregado quando uma seqüência conta os momentos que antecederam os acontecimentos vividos pelo jogador nos títulos anteriores de uma série. Tradução: ao contrário do primeiro jogo, onde Kratos já havia se livrado das dores de seu passado, aqui o herói ainda está acorrentado a esses sofrimentos, e se empenha numa batalha pelos deuses do Olimpo em troca de uma mente livre dessas recordações.

No início do jogo, Kratos é enviado para combater os persas num de seus ataques contra a Grécia. O pacto mantido entre ele e os deuses gregos é que defendera a região em troca de sua liberdade. Daí o subtítulo do jogo - Chains of Olympus - significa "correntes do Olimpo", das quais Kratos é liberto durante a aventura.

Os minigames de contexto também estão de volta

Talvez a principal inovação da série tenham sido os chamados comandos de contexto. Estes são espécies de minigames que permitem ao jogador executar determinadas tarefas que exigem maior concentração da forca de Kratos, como arrombar baús e portas, além de executar finalizações "cinematográficas" em chefões e alguns inimigos especiais.

Em tais minigames, o jogador deve realizar uma seqüência de movimento propostos pelo jogo num curto período de tempo (que varia de ação para ação). Como se não bastasse, tais minigames de contexto ainda são utilizados quando Kratos é convidado a participar de uma festinha particular com duas beldades gregas. O sistema criado para o primeiro God of War pode ser visto em muitos outros jogos depois dele, como Jericho, Uncharted: Drake’s Fortune e muitos outros jogos dos mais diversos gêneros.

Constância e consistência em um dos visuais mais belos do PSP

God of War: Chains of Olympus, surpreende por sua pureza gráfica. Assim como Grand Theft Auto: Liberty City Stories, este é um jogo que pode demonstrar todo o potencial do portátil da Sony. É incrível o que o PSP, com suas proporções diminutas, é capaz de fazer quando seus jogos são bem programados e desenvolvidos de maneira consistente.

As texturas do cenário e dos personagens são tão solidas quanto a modelagem de ambos, que praticamente não apresenta falhas. As cenas entre capítulos utilizam efeitos de iluminação que deixam qualquer fã de videogames boquiaberto. Além disso, existem certos efeitos de câmera, como um leve chacoalhar da tela quando Kratos salta de uma plataforma a outra, que são mais perceptíveis no PSP, devido à sua tela ficar mais próxima do jogador. Esse aspecto do portátil da Sony é simplesmente fantástico, já que sua tela widescreen de 4,3 polegadas faz com que o empecilho de jogar em um console de tela pequena seja deixado para trás.

A física de Chains of Olympus também não fica atrás: os mais atentos poderão perceber claramente a leve desaceleração de Kratos ao mergulhar em um lago, por exemplo, bem como o aumento da dificuldade para executar certas tarefas que exigem forca debaixo d'água.

Levando em consideração que em uma das últimas atualizações do firmware - espécie de programa que controla o hardware do console - a Sony realizou um desbloqueio na velocidade dos processadores do videogame, e estando ciente de que os produtores de God of War utilizaram dessa vantagem para tornar o jogo ainda mais perfeito, é pouco provável que outro jogo seja capaz de superar a qualidade gráfica de God of War nesta versão do portátil.

Trilha sonora digna de Oscar

É uma prática bastante lógica que os produtores dêem atenção equilibrada para todos os aspectos de um jogo. Afinal, de nada adianta bater de frente com um jogo de gráficos e jogabilidade excepcionais quando toda a experiência é posta a prova por uma trilha sonora mal produzida. A recíproca é verdadeira.

Um caso que apresenta claramente o resultado negativo desses desequilíbrios é Kane & Lynch: Dead Men, que foi marcado por uma série de desequilíbrios no que diz respeito a aspectos como gráficos, trilha sonora e jogabilidade. O game, que era uma das grandes promessas para 2007, desapontou a maioria dos jogadores ao apresentar texturas pobres contra um cenário altamente interativo, bem como trilha sonora rica no modo offline e extremamente irritante nas partidas online.

God of War, no entanto, consegue manter o mesmo nível de qualidade em todos os aspectos. A trilha sonora orquestrada que coloca o jogador dentro de uma experiência épica extasiante comprova esse equilíbrio perfeito. Mais uma vez seus produtores não desapontaram, oferecendo aos fãs musicas que farão os apreciadores de musica clássica desejarem a trilha sonora do titulo para ouvir enquanto não estão jogando, apesar que provavelmente o ritmo delicioso das melodias que regem a nova aventura de Kratos não seja o mesmo sem o som do metal das espadas tilintando, bem como os gritos dos adversários derrotados e o palpitar do coração do herói quando sua vida atinge um nível critico.

Espalhe sangue por todo o solo grego!

Sem dúvida nenhuma, o aspecto que garantiu o sucesso da franquia não foi apenas o equilíbrio e a qualidade excepcional de cada um dos pontos já citados, mas sim o enredo envolvente, repleto de figuras mitológicas gregas que conduzem o jogador de volta as guerras encabeçadas pelas falanges espartanas, bem como a filosofia profunda dos atenienses.

É isso que chama tanta atenção em God of War, um título que apresenta os deuses gregos como eles realmente eram: cheios dos mais diversos defeitos. Um mortal capaz de ignorar os desejos dos deuses, lutar contra eles e vencê-los, tornando-se deus da guerra não é qualquer mortal, e por isso torna-se tão difícil apontar um jogador que não deseje ardentemente viver as aventuras do violento e egoísta espírito espartano pelas terras gregas.

A dificuldade do jogo é o único ponto onde God of War é posto à prova. A questão aqui não é um nível de dificuldade mal desenvolvido, muito pelo contrário: nos combates, essa dificuldade é bastante aceitável para todos os tipos de jogadores, possibilitando que iniciantes vençam os adversários sem penar muito ao mesmo tempo em que os experientes podem lutar contra uma horda de inimigos usando combos variados cuja complexidade aumenta conforme a aventura evolui.

Porém, quando se trata de desvendar os quebra-cabeças, a dificuldade não pode ser diminuída, e é aqui que muitos iniciantes acabam desistindo do jogo: a sensação de impotência diante de uma sala que não aparenta ter saída é terrível, e ao enfrentar o primeiro desses obstáculos, os menos decididos poderão simplesmente desistir de viver o resto da história de Kratos, deixando o jogo de lado.

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Lumines II


Lumines II é um jogo de puzzle no estilo tétris, que traz algumas novidades ao gênero. O objetivo é o mesmo dos títulos anteriores: encaixar as peças geométricas que caem do topo da tela, formando padrões, que, em Tétris, são linhas horizontais e, nesse jogo, são quadrados. Em Lumines II, uma linha vertical passa continuamente, eliminando os padrões formados, abrindo espaços para que novas peças continuem caindo e, conseqüentemente, formando novos padrões. A partida termina quando as peças atingem o topo da tela, porque o jogador, não conseguindo fazer muitos padrões, foi apenas acumulando as que caíam.

Mas a fórmula tão simples e desafiadora, foi melhorada nesse título: agora músicas são tocadas durante o jogo e não mais aqueles sons polifônicos que pouco variavam. Em Lumines II, as músicas de fundo são mais do que um simples acompanhamento – elas ditam o ritmo das peças caindo e a freqüência da eliminação de padrões formados. A seleção é eclética, contando com diversos artistas, como Beck, Gwen Stefani, Black Eyed Peãs, Fatboy Slim, Chemical Brothers e muitos outros.

Lumines II pode vir a agradar não só aos fãs do gênero, mas a qualquer jogador que esteja em busca de uma experiência diferente, embalada por músicas atuais, que dão um novo ritmo ao consagrado gênero.


Maior e melhor do que o primeiro, o sucessor de Tetris continua viciante!


Lumines II expande o primeiro jogo em todos os sentidos. O sistema de jogo original foi mantido na íntegra, oferecendo mais do mesmo aos fãs do primeiro título. Embora houvesse espaço para criar e aperfeiçoar a jogabilidade, os desenvolvedores preferiram investir em um jogo maior, com mais modos de jogo e opções de interação. A lista de clips e músicas beneficiou-se da adição de artistas consagrados como Beck, Gwen Stefani e Black Eyed Peas, gerando interesse entre jogadores que não costumam prestar atenção no gênero puzzle.

Os critérios de classificação de jogos muitas vezes geram controvérsia na indústria de games. Ocasionalmente os desenvolvedores inventam algo realmente novo, como LocoRoco ou Katamari Damacy, jogos que simplesmente não podem ser classificados. Mas para os usuários dos consoles, a classificação é sempre muito simples: o jogo pode ser “bom” ou “ruim”, com um critério de decisão fácil de entender: você simplesmente não consegue parar de jogar. Difícil é entender por que isso acontece, afinal, a fórmula de Lumines II é exatamente a mesma do primeiro. E o primeiro já era uma reciclagem de Tetris. Era de se esperar que o gênero já não tivesse o mesmo apelo ou despertasse menos entusiasmo entre os jogadores. Será a fórmula tão boa que simplesmente permite que seja eternamente copiada?

Um sucessor à altura

Mas é preciso reconhecer que existem diferenças, pois Lumines não copia, mas recicla de maneira genial a jogabilidade consagrada em Tetris. O sistema básico não traz surpresas: peças compostas de quadrados caem do topo da tela e devem ser encaixadas para formar padrões. Os padrões são eliminados e abre-se mais espaço para encaixar e eliminar novas peças. O padrão se repete, cada vez mais rápido e acumulando mais pontos. A partida termina quando as peças atingem o topo. O que Lumines faz de diferente é, pela primeira vez, adicionar ritmo ao processo. São raros os puzzles onde você joga e ao mesmo tempo fica cantarolando a música do jogo. Mais raro ainda, um puzzle onde você cantarolar a música ajuda a jogar melhor. Por algum estranho motivo, Lumines lembra em alguns momentos Dance Dance Revolution ou Guitar Hero, onde entrar no ritmo é essencial para o bom desempenho.

Outra diferença fundamental em relação a Tetris, é que as peças não são eliminadas imediatamente quando da formação do padrão (em Tetris eram linhas, em Lumines são quadrados). As peças só desaparecem quando uma “linha do tempo”, uma linha vertical que se desloca continuamente da esquerda para a direita, passa pelo padrão formado. E mesmo com o padrão formado e pronto pra ser eliminado, outras peças continuam caindo. Isso significa que nem sempre você terá espaço suficiente para formar novos padrões, precisando “segurar” a peça que cai pelo máximo tempo possível. Essa pequena característica mexe com todo o conceito de puzzle conhecido pelo jogador médio, pois o planejamento de onde colocar as peças precisa ser mais antecipatório.

A música dita o ritmo do jogo!

A “linha do tempo” também muda de velocidade, conforme a música que toca em segundo plano. E aqui entra o ritmo citado um pouco antes: se a música é mais agitada, a linha passa mais rápido e elimina as peças mais cedo; mas as peças cairão mais rápido. Se a música é de ritmo mais calmo, a linha demora mais para passar, eliminando as peças em um ritmo menor e aumentando o acúmulo de peças na tela. Por outro lado, você terá mais tempo para decidir onde encaixar as peças. São pequenos detalhes que modificam absolutamente a jogabilidade, sendo que podemos realmente falar em uma evolução do gênero puzzle a partir deste título do PSP.

O grande atrativo em Lumines II – em relação ao primeiro - é o aperfeiçoamento do que pode ser definido como experiência de jogo: não se joga um jogo apenas para terminá-lo, mas pra aproveitar cada momento, tornando o tempo de jogo uma experiência agradável de onde o jogador sai sentindo-se melhor. Afinal, esse parece ser o objetivo de toda mídia que visa o entretenimento. Lumines II investe pesadamente na experiência de jogo: os modos de jogo foram ampliados (em um dos modos é possível criar as próprias músicas pra tocar em segundo plano), oferecendo alternativas interessantes ao modo principal.

O design foi refinado, deixando Lumines com características muito próprias, que dão uma “cara” bastante particular ao titulo e chamam atenção pelo bom gosto. O jogo transpira estilo. Alguns detalhes, como os menus, são percebidos logo de início. Outros, como o fato do som de encaixe de cada peça mudar conforme a música, precisam de um pouco mais de atenção para serem notados. O fluxo de jogo e a transição entre as músicas são bastante interessantes, sendo que os desenvolvedores merecem aplausos por introduzir uma gama tão variada de ritmos e gêneros musicais. O ecletismo proposital das músicas parece apelar para um público mais adulto, disposto a conhecer coisas novas e que exige o “pacote completo” ao reservar um tempo para jogar.

Detalhes bem-tratados para propagar o melhor jogo

Como esperado em um puzzle, os controles respondem perfeitamente e são muito simples, consistindo apenas em movimentar as peças com o direcional e girá-las com qualquer dos botões principais. Ocasionalmente, acontecem pequenas pausas na transição entre as músicas e troca de skins, mas não atrapalham.

O jogo é muito bem-acabado e mostra sua beleza no tratamento dado aos detalhes, principalmente das skins: o padrão gráfico das peças e esquema de cores que muda com cada música. A variedade mantém o interesse do jogador, e os padrões presentes são sempre interessantes e dentro do estilo do jogo. Já os vídeos, que servem de cenário, podem apresentar alguns problemas; alguns (como Pump It do Black Eyed Peas) parecem borrados e não são tão nítidos como a tela do PSP poderia apresentar.

Certamente foi uma opção que visa a não prejudicar o desempenho, mas destoa da qualidade gráfica geral que permeia o jogo. Outro problema ocasionado pelos vídeos é o fato de que alguns deles chamam mais atenção do que os blocos que estão em primeiro plano. Em alguns casos prejudica a concentração e causa erros de encaixe nas peças. Felizmente o jogo apresenta uma opção que permite que o usuário exclua do repertório as skins (que incluem os vídeos em segundo plano) que menos lhe agradam.

Todos os estilos do mundo!

A qualidade de som é um item fundamental em Lumines II e realmente supera as expectativas, comparando-se a playlists de jogos como Tony Hawk e Need for Speed. A lista de referências pop e hits é grande, com músicas e clips de Fatboy Slim, Hoobastank, Black Eyed Peas, Beck, Chemical Brothers, Gwen Stefani, entre outros. Os clips e músicas exclusivas também são atraentes, formando um mix interessante na totalidade do jogo. Como já citado, a variedade entre gêneros e estilos musicais parece ser a qualidade mais evidente do playlist escolhido para Lumines II.

Os efeitos sonoros da rotação dos blocos, encaixe e eliminação de peças também são muito variados, e adicionam samples e efeitos à própria música. Isso cria um efeito extraordinário, onde o ritmo da música dita o ritmo de jogo, mas o estilo do jogador e sua interação com os blocos também afeta a trilha sonora. Lumines II é um jogo para ouvir, e não é exagero sugerir que se jogue com fones de ouvido de qualidade, a fim de retirar a melhor experiência possível.

Lumines II destaca-se entre os jogos de PSP, e mesmo entre todos os jogos do gênero puzzle, como uma experiência singular. A fusão de jogabilidade e trilha sonora, acompanhada de bons efeitos visuais, transcendem o conceito tradicional de jogo e oferecem algo diferente para os usuários do PSP. Vale experimentar, até mesmo para jogadores que não costumam apresentar interesse pelo gênero.

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Lumines



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